Julgamento que decidirá forma de escolha do próximo governador do Rio já tem data

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, marcou para 26 de agosto a continuidade do julgamento que irá definir como será escolhida a próxima chefia do Poder Executivo do Rio de Janeiro. A análise do caso havia sido interrompida em 9 de abril, após um pedido de vista do ministro Flávio Dino, que agora devolveu o processo para prosseguimento da votação.
Até a suspensão do julgamento, a maioria dos ministros havia se manifestado pela realização de eleições indiretas e com votação secreta para a escolha do futuro governador do estado. O placar parcial era de 4 votos a 1, com quatro votos favoráveis a uma nova eleição e um contra.
Veja como cada ministro votou e quem falta votar
A favor das eleições indiretas
• Luiz Fux – votou a favor das eleições indiretas, com escolha pela Alerj, votação secreta e prazo de 24 horas para desincompatibilização dos candidatos.
• André Mendonça – acompanhou o voto de Luiz Fux, defendendo eleições indiretas, voto secreto e desincompatibilização em 24 horas.
• Kássio Nunes Marques – acompanhou Luiz Fux, votando por eleições indiretas com votação secreta.
• Cármen Lúcia – também seguiu o entendimento de Luiz Fux, votando por eleições indiretas e voto secreto.
A favor das eleições diretas
• Cristiano Zanin – foi o único voto divergente até o momento, defendendo a realização de eleições diretas, com participação do eleitorado, além de voto aberto e nominal caso prevaleça a eleição indireta.
Ainda faltam votar
• Flávio Dino (que pediu vista e devolveu o processo);
• Alexandre de Moraes;
• Dias Toffoli;
• Gilmar Mendes;
•
Edson Fachin (presidente do STF).


















