Mpox coloca saúde do estado do Rio em alerta

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A doença é conhecida popularmente como “varíola dos macacos”
A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) informou que, até o momento, foram 51 notificações de Mpox em 2026, das quais 15 foram confirmadas. A maior parte dos registros está concentrada na capital. Não houve mortes relacionadas à doença neste ano.
Histórico recente
• 2026 (até agora): 51 notificações, 15 confirmações, sem óbitos.
• 2025 (mesmo período): 16 confirmações.
• 2024 (mesmo período): 92 confirmações.
• 2025 (ano inteiro): 492 notificações, 117 confirmações, sem óbitos.
• 2024 (ano inteiro): 1.057 notificações, 328 confirmações, sem óbitos.
Monitoramento contínuo
De acordo com o subsecretário de Vigilância e Atenção Primária à Saúde, Mário Sérgio Ribeiro, não há motivo para alarme, desde que sejam mantidas medidas básicas de prevenção. Ele reforça que a SES-RJ acompanha os casos em todo o estado e orienta os municípios sobre investigação, diagnóstico e controle da doença.
Tratamento e sintomas
O tratamento é de suporte clínico, voltado para aliviar sintomas e evitar complicações. A maioria dos pacientes apresenta quadros leves ou moderados.
Principais sinais da Mpox:
• Lesões na pele
• Inchaço nos gânglios (linfonodos)
• Febre
• Dor de cabeça e dores musculares
• Calafrios
• Fadiga
As lesões podem surgir no rosto, nas mãos, pés e também na região genital.
Formas de transmissão
O vírus é transmitido principalmente por contato direto com lesões ou fluidos corporais, além de objetos contaminados, como roupas de cama e toalhas. A transmissão por gotículas respiratórias exige contato próximo. Há ainda possibilidade de contágio por animais silvestres, como roedores.
O diagnóstico é feito em laboratório, por testes moleculares ou sequenciamento genético. O período de incubação varia de 3 a 16 dias, podendo chegar a 21.
Vacina para grupos prioritários
Imunizante é aplicado de forma estratégica e seletiva para grupos prioritários, voltado para pessoas com maior risco de exposição ao vírus ou de desenvolver formas graves da doença. Ainda não há indicação de vacinação em massa para toda a população.

















