27 de março de 2026

Museu da Imagem e do Som será inaugurado após 15 anos marcados por abandono, obras e paralisações

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O governo estadual prevê concluir as obras até o fim de abril, mas a etapa de museografia, responsável pela montagem das exposições permanentes, deve se estender por cerca de seis meses




Depois de 15 anos marcados por obras, paralisações e retomadas, o novo Museu da Imagem e do Som (MIS) começa a receber visitantes neste sábado (28), na orla de Copacabana. A abertura será gradual e com regras específicas para o público. Neste primeiro momento, o acesso será gratuito, mas condicionado a agendamento online. Apenas o mezanino do térreo estará disponível, onde estreia a mostra temporária “Arquitetura em Cena: o MIS antes da imagem e do som”, dedicada ao processo de construção do espaço.



A visitação será controlada por horários e cadastro prévio. Logo na estreia, o museu também terá programação paralela, incluindo a corrida “MIS a MIS”, que ligará a unidade da Praça Quinze ao novo prédio em Copacabana e deve reunir cerca de três mil participantes. A partir de abril, estão previstas visitas guiadas ao terraço, com vista privilegiada para a orla e o Pão de Açúcar, além de shows e outras atividades.


Apesar da abertura, o funcionamento completo ainda levará meses. O governo estadual prevê concluir as obras até o fim de abril, mas a etapa de museografia, responsável pela montagem das exposições permanentes, deve se estender por cerca de seis meses. O projeto inclui espaço para pesquisadores com acesso ao acervo digitalizado, restaurante panorâmico, a boate Noites Cariocas, cineteatro e um telão no rooftop para exibição de filmes. Áreas externas, como gramado e jardim suspenso, também fazem parte da estrutura.


O MIS começou a ser planejado em 2008, após a desapropriação do terreno da antiga boate Help. O projeto arquitetônico, inspirado no calçadão da Avenida Atlântica, foi desenvolvido pelo escritório Diller Scofidio + Renfro, responsável pela High Line em Nova York. As obras iniciaram em 2011, mas foram interrompidas em 2016 devido à crise financeira do estado, sendo retomadas anos depois.


O investimento previsto soma cerca de R$ 345 milhões, com recursos públicos e patrocínios via leis de incentivo. O orçamento inicial, estimado em R$ 70 milhões em 2009, já teria ultrapassado R$ 190 milhões, segundo levantamentos. Relatórios apontam que parte da demora se deve às condições encontradas após períodos de paralisação, como danos em painéis da fachada e estruturas enferrujadas.


Assim, o novo MIS chega ao público como um dos projetos culturais mais aguardados do

Rio, prometendo unir arquitetura arrojada, tecnologia e programação diversificada em um espaço que se tornou símbolo de persistência e transformação urbana.

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