Novo técnico do Flamengo diz acreditar nas qualidades de Pedro e explica relação com Gabigol

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Em 2025, quando ainda comandava o Cruzeiro, o técnico português Leonardo Jardim teve sob seu comando Kaio Jorge, que se destacou como artilheiro do Campeonato Brasileiro. O desempenho chamou a atenção do Flamengo, que chegou a apresentar propostas pelo atacante no início desta temporada, antes de sua renovação com o clube mineiro.
Agora à frente do rubro-negro, Jardim terá em mãos outro centroavante de peso: Pedro, camisa 9 do Flamengo, considerado um dos melhores da América. Diferente de Kaio Jorge, Pedro é um atacante de estilo mais clássico, acostumado a atuar fixo dentro da área, mas com um toque refinado raro no futebol brasileiro. Apesar da qualidade técnica, em alguns momentos foi preterido por treinadores anteriores, devido às exigências físicas do sistema de jogo.

Kaio Jorge, por sua vez, é visto como um jogador de maior mobilidade, capaz de se movimentar ao redor da área e oferecer alternativas táticas sem perder eficiência na finalização. Esse perfil fez dele um desejo do Flamengo, que chegou a oferecer cerca de 30 milhões de euros. O Cruzeiro, no entanto, estipulou o valor em aproximadamente 50 milhões de euros, mantendo o atacante em seu elenco.
Recém-chegado, Jardim disse em coletiva que não terá nenhum problema em trabalhar com Pedro. O português disse acreditar nas qualidades do camisa 9, apesar de não prometer que o terá como titular absoluto.
— Toda a gente conhece as qualidades do Pedro, um jogador de área, de capacidade de finalização muito grande. Algumas vezes ele jogou menos, porque talvez não dava aquilo que se pretendia em outros aspectos. Estamos começando do zero, eu acredito nele. Não digo que vai jogar todos os jogos e vai jogar sempre 90 minutos. Mas acredito nas qualidades que ele tem e acredito que as outras pequenas deficiências a gente pode, com motivação, com empenho, superar — assegurou Jardim.
Leonardo Jardim também fala sobre Gabigol.
— Nunca barrei ninguém. Eu defendo a melhor parte de estrutura. Disse aos jogadores que tenho uma diretriz importante. O que defendo primeiro é o clube, à frente de qualquer individualidade. É a minha forma de trabalhar. Defendo os interesses do grupo e do clube em primeiro lugar. Sobre o Gabriel, que foi ídolo aqui, eu acho que o Kaio Jorge estava melhor e coloquei para jogar. Ele não ficou satisfeito, mas não deixou de trabalhar. Tivemos uma boa relação — comentou.


















